domingo, 27 de maio de 2007

Leiura em andamento

Eu de novo.

Estou lendo - Mais Platão menos prozac.

A leitura é interessante uma vez que para mim esse negócio de Aconselhamento filosófico é totalmente novo. O autor defende a idéia que a filosofia pode ser uma ajuda para o dia a dia. Alguns chegaram a categorizar o livro como Auto-ajuda, mas o autor rejeita tal tipo de classificação.

Assim que terminar a leitura prometo postar uma resenha para vocês

Fica na Paz

Falow!!!!!!!!!!!!!



Uma recomendação

Tô passando aqui só pra deixar uma sugestão. Todo domingo na Cultura "Café Filosófico". O programa é show. É um dos daqueles raros programas que faz a gente pensar. Valew

90 MINUTOS COM KIERKEGAARD


Olha eu aqui com mais uma resenha de um livro que li e que me deixou empolgado.

O livro 90 minutos com Kierkegaard é um ótimo guia para conhecermos melhor aquele que é considerado o pai do existencialismo. Kierkergaard me fascina por uma razão muito simples: Ele foi um filosofo humano. Isto mesmo a filosofia exisencialista de Kierkergaard é fruto da sua própria existencia, do desespero, dos seus conflitos e acima de tudo da sua fé. Não foi a tia que o autor fez questão de declarar – “muto mais plausível é o argumento de que sua miséria pessoal funcionou como um tormento constante, um aguilhão que aumentava o seu sofrimento ao ponto de torná-lo mais intensamente humano”.

Uma das expressões mais fascinantes de Kierkegaard é “o salto da fé” muito usado no seu livro Temor e tremor que por sinal faz uma leitura filosofica da fé de Abraão. É nesta sua obra que encointramos a sintese poposta por Kierkegaard para a estética e a é a ética – A religião. Segundo ele a fé está acima de tudo isto, tanto que é possivel haver uma “suspensão teleológica da ética”.

Este livro “90 minutos...” me deixou mais empolgado para fazer outras leituras de Kierkegaard, dentre elas: Diário de um sedutor e Desespero humano. Logo, logo vocês terão uma resenha destas obras.

Deixo agora alguns fragmentos de “90 minutos com Kierkegaard” E antes que eu me esqueça: Parabéns a Paul Stratern.

Destaques da minha leitura

- Ele não escreveu sobre o mundo, mas sobre a vida — sobre como vivemos e como escolhemos viver.

- O desespero era parte da condição humana

- Todos sofremos (ou gozamos) a mesma situação: a condi­ção humana

- Muito mais plausível é o argumento de que sua miséria pessoal funcionou como um tormento constante, um aguilhão que aumentava o seu sofrimento ao ponto de torná-lo mais intensamente humano.

- Fundamentalmente sugeriu que há duas maneiras de viver a vida: a estética e a ética. Cada indivíduo tem oportunidade de fazer uma escolha entre as duas. Aí estão as sementes do existencialismo

- Ao aceitar que estamos “fadados”, rejeitamos a responsabilidade por nosso próprio destino indivi­dual

- Em quase todas as instâncias ele viveu pessoalmente os estados mentais, argumentos, an­gústias e desesperos que descreve.)

- Ali onde o indivíduo estético meramente aceita-se tal como é, o indivíduo ético procurar conhecer e mu­dar a si mesmo por escolha própria

- O indiví­duo ético busca conhecer a si mesmo e tenta trans­formar-se em algo melhor — ele busca tornar-se um “eu ideal”

Por um processo dialético, essa própria insatisfa­ção em relação ao ético traz agora um terceiro ponto de vista que é uma síntese dos dois opostos anterio­res: o estético e o ético. A isso Kierkegaard chama religião, de que tratará na sua obra seguinte, Temor e tremor

- A fé liga o indivíduo a algo superior, que é a própria essência de tudo quanto é ético.

- Abraão se dispõe a seguir a ordem de Deus, independente da repugnância que possa sentir por semelhante ato. Nisso está levando uma vida no nível religioso, que é superior à vida ética porque tem fé na divindade da qual o ético se origina

- Subjetivamente, muitas vezes descobrimos nosso propósito na vida através de um salto irracional da fé que pouco ou nada tem a ver com o ético

- A verdade objetiva depende do que é dito. A verdade subjetiva, por outro lado, depende de como se diz uma coisa.

- A noção de verdade subjetiva de Kierkegaard equivale à sinceridade, só que um pouco mais além. Envolve um apaixonado compromisso interior.

- Cada indivíduo é, em certa medida, o criador do seu próprio mundo. E cria seu mundo em função dos valores que tem.

- Vemos o mundo do jeito que vemos em função do que pretendemos fazer com ele

- Como percebeu Kierkegaard, o indivíduo vê o mun­do que quer ver, o que depende dos valores que escolheu previamente, aqueles segundo os quais ele vive, que fazem dele o que ele é.

- A liberdade nada tem a ver com a filosofia. É uma questão psicológica, que depende de nossa atitude ou estado mental. Nosso estado mental nos faz compreender nossa liberdade.

Em abril de 1848 Kierkegaard teve uma experiên­cia religiosa. - - --- “Toda a minha natureza mudou”, es­creveu no diário. Percebeu que apenas seu amor por Deus poderia protegê-lo da preocupação excessiva consigo mesmo.

- A única maneira de um indivíduo escapar ao desespero é “optar pelo seu próprio eu” e dar o salto da fé

“...perdeu a vontade de viver. Mas nunca perdeu a fé.”

As 5 Pessoas que você encontra no céu


ESSE LIVRO É SENSACIONAL!!!

“Por que as pessoas se reúnem quando outra morre? Por que elas sentem que devem fazê-lo? É porque o espírito humano sabe, lá no fundo, que todas as vidas se entrecruzam.”

“— Nenhuma vida é um desperdício — disse o Homem Azul. — O único tempo que desperdiçamos é aquele que passamos achando que somos sozinhos.”

“Formavam-se filas no Ruby Pier — iguais a uma fila que se formava em outro lugar: cinco pessoas, cinco lembranças escolhidas, esperando que uma garotinha chamada Amy, ou Annie, crescesse, amasse, envelhecesse, morresse e tivesse final­mente suas perguntas respondidas — por que e para que tinha vivido. E nesta fila um velho de suíças, com um boné de pano e um nariz adunco, esperava, num lugar chamado Concha Acústica Chão de Estrelas, para partilhar a sua parte do segre­do do céu: que cada vida afeta a outra, e a outra afeta a seguinte, e que o mundo está cheio de histórias, mas todas as histórias são uma só.”

O interessante neste livro é a forma com que o autor define o céu – Um lugar para se entender nossa vida na terra.

O eterno propósito nos liga a outras pessoas fazendo com que a vida de um afete a vida do outro.

O livro termina com chave de ouro – “mundo está cheio de histórias, mas todas as histórias são uma só.” A história da existência humana. A história mais fascinante de todos os tempos!

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Oi

Como disse Bono no show do U2 no morumbi - "E aí Galera"

Seja bem vindo ao meu blog. Vou logo pedindo desculpas, realmente não tenho muita prática nestas "coisas" pós modernas.

Espero poder contar com a tua participação. Aqui vou postar algumas resenhas de leituras fitas. Deixa o teu comentário ou sugestão de leitura.

Valeu!